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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Eu, o Markl e a Rádio Comercial.

Se hoje de manhã sintonizaram a Rádio Comercial é muito provável que tenham ouvido o meu nome e que tenham ouvido a história que vos contei no último post porque o Nuno Markl agradeceu-me publicamente o facto de lhe ter enviado a história ontem para o facebook e ainda brincou com o assunto. Não ouvi em directo, mas uma amiga minha mandou-me sms a perguntar se a C* de quem ele falava era eu ehehh :P
já encontrei a gravação algures no site da Comercial e já me ri muito sozinha com a forma como ele contou a minha história.
Um agradecimento ao Markl pelo gesto, nunca pensei que uma simples e rotineira viagem de metro resultasse numa história que tanto me fez rir a mim e aos outros que a leram ou ouviram. 
Por questões de privacidade e porque ele mencionou o meu nome não coloco aqui o link da gravação mas não é difícil de encontrar para os que estão interessados.
Ontem e de forma menos agradável fiquei sem computador portátil, e parece que desta foi de vez, ao fim de algumas ameaças. Sempre nas melhores alturas. 


terça-feira, 28 de maio de 2013

O Markl e o Avó Cantigas

A história que tenho para vos contar hoje e mais uma das hilariantes histórias que se passam no mundo que é o Metropolitano de Lisboa.
Estava eu no meu canto, como sempre (confesso já estar farta de andar tanto de metro!) e do outro lado do banco oiço uma senhora literalmente a gritar, dizendo para o marido ou para o senhor do lado, não sei os pormenores. "Olha, o avó cantigas vai estar no metro a contar histórias às criancinhas no dia da criança". Eu só olho para o cartaz e olho para a cara do Nuno Markl e penso, "a senhora deve ver muito mal, ou então não sabe ler" visto que estava lá o nome dele e de outra senhora.
Isto há coisas... Acho que trocar o Markl pelo avó cantigas é das coisas mais hilariantes e que me fizeram rir à gargalhada no metro, não me consegui conter, parecia uma autêntica parvinha. Enfim. Uma história para contar aos netos daqui a muitos anos...
Gostava de fazer chegar esta história ao Nuno Markl. Vou tentar, hoje em dia as redes sociais são um mundo.

... isto era o cartaz. 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Os divórcios.

Hoje de manhã, numa estação de metro em plena hora de ponta encontro um senhor, com os seus 40 anos, a chorar que nem um cachorrinho abandonado, e confesso que me toca quando vejo alguém a chorar sozinho nestas circunstâncias. Pensei em tudo naquele momento, falar ou não com o senhor, seguir ou não o meu caminho... ainda faltava uns 5 minutos para o metro chegar e pensei que se calhar não faria mal abordar o senhor e perguntar se precisava de ajuda. Assim fiz. Depois de uma curta conversa entendi o significado da palavra família. Estava a chorar o facto de a mulher o ter abandonado e de não o deixar ver a filha. E se pensam que as famílias disfuncionais são aquelas com menos posses económicas e estatuto social, desenganem-se. Pelo que percebi ele era enfermeiro e a mulher era professora. 
Eu só tenho 20 anos, e a minha experiência em matéria sentimental não é muita. Mas acho que nestes casos a maior injustiça que se pode cometer é deixar as crianças nesta situação. São sempre quem mais sofre.